• Fancisco

    Entendo que perdoar, é um ato de caridade, portanto comecemos
    aprender a ter caridade primeiro para conosco mesmo, nos perdoando e nos amando, para
    então termos condição ser caridoso para com o próximo.

    A caridade é algo muito amplo vejamos o que diz Paulo de Tarso sobre a caridade:

    “Se eu falar as línguas dos homens e dos anjos, e não tiver caridade, sou como o metal que soa, ou como o sino que tine. E se eu tiver o dom de profecia, e conhecer todos os mistérios, e quanto se pode saber; e se tiver toda a fé, até a ponto de transportar montanhas, e não tiver caridade, não sou nada. E se eu distribuir todos os meus bens em o sustento dos pobres, e se entregar o meu corpo para ser queimado, se todavia não tiver caridade, nada disto me aproveita. A caridade é paciente, é benigna; a caridade não é invejosa, não obra temerária nem precipitadamente, não se ensoberbece, não é ambiciosa, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal, não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo sofre. A caridade nunca jamais há de acabar, ou deixem de ter lugar às profecias, ou cessem as línguas, ou seja abolida a ciência”.

    “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e a caridade, estas três virtudes; porém a maior delas é a caridade”. (Paulo, I Coríntios, XIII:

    • Rodrigo Barros

      Que legal, Francisco. Muito obrigado pelo comentário. Realmente o perdão deve começar em nosso interior, pois não podemos exteriorizar aquilo que ainda não vivenciamos interiormente. Falar “perdão” da “boca para fora” como muitos dizem, é viver se enganando, pois a mágoa continuará arquivada como poeira que escondemos debaixo do tapete. Uma hora ou outra teremos que enfrentar e realizar a limpeza!